terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Jovens falam sobre criação de mapa cultural de comunidades

Jovens integrantes do projeto Intercâmbios Juventude Arte escrevem sobre o processo de criação de mapa cultural de suas comunidades. Por meio desses depoimentos, expressam suas escolhas, os desafios, a valorização de sua cultura.


O texto poderá ser conferido de forma integral no guia, que será lançado em 15 de dezembro, no Centro Cultural da Light, Av. Marechal Floriano, 168, Centro do Rio de Janeiro, a partir das 17h.


Confira alguns trechos desses depoimentos:

Providência

“Descobrimos certos valores culturais, educacionais que são importantes na Providência. Trabalhamos para poder, com esse mapa, mostrar a história da comunidade não só para os moradores da Providência, mas também para quem é de fora conhecer nossas riquezas e valores”. Delimitamos a área do mapa por acreditarmos que esta representa o Morro da Providência de forma mais atualizada. A escolha dos percursos foi uma decisão do grupo uma vez que esses são pontos de forte representação cultural na comunidade.”

Salgueiro

“Fizemos entrevistas com pessoas de diferentes lugares e percorremos todas as partes do morro, procurando ampliar nosso conhecimento sobre a comunidade, buscando histórias que nós mesmos não conhecíamos. Não foi fácil fazer o mapa. A cada semana uma nova etapa, um novo obstáculo. Foi um desafio lidar com opiniões e pensamentos diferentes, decidir quem entra e quem sai do mapa, por que entra e por que sai, quais são as características, as manifestações e os aspectos culturais do Salgueiro. Descobrimos que não existe uma cultura só, mas muitas. Aceitamos o desafio e, a cada encontro, construíamos novos conhecimentos”.

Cabritos/Tabajaras

“Descobrimos que no Tabajaras também há cultura. Muitas histórias nos foram reveladas pelos mais antigos e alguns pontos culturais que nós mesmos não conhecíamos. Com esse mapa, acreditamos que ficará mais fácil, para pessoas daqui e de outros lugares que não conhecem a comunidade, visitá-la e ver que no nosso morro também há coisas boas.”

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