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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Clipe 4ª Mostra Brasil - Dia da Música


Já está disponível em nosso canal no Youtube o vídeo sobre o dia da Música durante a 4ª Mostra Brasil.

A 4ª edição do projeto Mostra Brasil Juventude Transformando com Arte , reuniu no Teatro Carlos Gomes durante três dias mais de 350 jovens artistas de 29 diferentes grupos de 11 estados brasileiros, além do Distrito Federal. O espetáculo da Música aconteceu em 21 de maio de 2012 e contou com a curadoria e direção artística de Jayme Vignoli.

Os vídeos do evento foram criados pela Produtora Escola Cinema Nosso.

Confira abaixo!!


Grupos participantes do espetáculo de Música:

Associação Mandicuéra - PR
Batuque de Surdo - BA
Grupo Batucadeiros - DF
Grupo Musical OELA - AM
Grupo de Percussão de Câmara Vale Música - PA
Guaçatom - SP
Ilha de Música - RN
Menestréis - RJ
Orquestra Santo Antônio de Música - BA
Saxofonando - SP

Participações especiais:

Nailor Proveta - SP
Os Matutos - RJ

sábado, 14 de abril de 2012

Jayme Vignoli - Curador e Diretor artístico 4ª Mostra Brasil

Graduado em composição pela UniRio, tem, nos últimos 28 anos atuado intensamente como instrumentista, professor, arranjador e compositor. 
É integrante do premiado grupo Água de Moringa e professor da Escola Portátil de Música. 
Foi curador da noite da Música e diretor musical da noite da Mistura de Linguagens da 3ª Mostra Brasil.

Confira no vídeo abaixo o resultado do trabalho de Jayme Vignoli durante a 3ª Mostra Brasil que aconteceu em 2010!


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Funk também é cultura...

Bem popular em todo o Brasil e estigmatizado como um ritmo que leva a juventude para a promiscuidade e uso de drogas, alguns militantes do "Funk Carioca", puderam comemorar neste ultimo mês mais uma vitória. O estado do Rio de Janeiro reconheceu a musica Funk e lhe concedeu um edital, ação inédita no Brasil. O edital deve abrir caminhos para a profissionalização e diversificação do Funk, já que tem como principio aprovar projetos destinados a produção de clipes, CD'S e projetos de registros e memória do Funk. serão selecionados 25 projetos que receberão 2o mil reais para desenvolver sua ação.
O avanço dado pelo Rio de Janeiro, tende a refletir no país, na contra mão da marginalização das culturas urbanas, fortalecendo a produção de tais manifestações e artistas.
Fica aqui nosso sincero parabens a essa iniciativa...

E viva o Funk!!!

Mais Informações:
http://conexsom.com.br/secretariadeestadodeculturalancaeditaldefunknorio

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Elas Falam sobre o Mundo do Rap Feminino (Parte II)

“...Disseram então que eu não podia cantar...”/ “...Não ligue meu bem, que isso é prosa, se tudo se renova Sharylaine está a toda prova...” Esses eram os versos que Sharylaine cantava no disco Consciência Black volume I, no final dos anos 80. Anos se passaram e o rap feminino ainda tem que andar um pouco mais para acompanhar os homens no mesmo estilo. Para discutir essas e outras questões vamos ver o que falaram nossas convidadas;
Desenvolvendo e expandindo


Depois que a MC Rubia, apareceu com seus parceiros do RPW, cantando Pule e empurre, as meninas tem cada vez mais tomado atitude e metendo a cara na cena do rap nacional, “As minas que vejo subindo aos palcos estão sempre com muita garra, energia” diz a Mc DeDeus que no mês de Maio desse ano lançou seu Primeiro Video Clipe “Destino”, com cenas de protestos no centro da cidade. Ao contrario do que alguns pensam protestar e meter as caras não é perder a identidade feminina, as minas do Odisseia das Flores falam que hoje as mulheres tem que “expressar seus sentimentos e principalmente sua Feminilidade” por meio de sua arte e musica. Porem a mulher na sociedade que criamos tem que vencer vários obstáculos, o grupo Tarja Preta diz “a luta da mulher dentro do movimento é diferente da do homem por que temos que conciliar casa, filho, marido e o hip hop”. Ainda as vitórias e espaços conquistados dentro do Movimento pela mulherada, tem muito a ver com as artistas que mencionamos aqui e no artigo anterior e a movimentos organizados como a FRENTE NACIONAL DE MULHERES NO HIP HOP (FNMH2), HIP HOP MULHER e outros mais movimentos espalhados pelo Brasil.


Vencendo Obstáculos


Perguntadas sobre as dificuldades que elas encontram no movimento a lista se torna enorme e surgem coisas quase que inadmissíveis, mas que acontecem em baixo de nossos olhos. A Mc DeDeus fala sobre a questão da falta de respeito de algumas pessoas que levam as mulheres com má intenção, confundindo profissionalismo com Flerte e também destaca uma certa competição entre as próprias mulheres. A desvalorização e falta de respeito pelo Rap no Brasil e a não profissionalização são as questões levadas em conta pelo grupo Odisseia das Flores e ratificado pelo Tarja Preta, que destaca que muitos dos grupos tem que tirar do próprio bolso dinheiro para ir pros eventos e gravações. Pensando nas dificuldades levantadas pelas minas, conseguimos visualizar que ainda temos muito a conquistar no que tange a abertura espaços qualificados para desenvolvimento do rap feminino.


Recado Dado...


Essa Humilde matéria teve como objetivo, mostrar o alguns grupos ou MC’S Mulheres que estão fazendo o rap Feminino se espalhar pelas estão fazendo ou pensam sobre a Cena do rap Brasileiro. Espaço aberto para o recado que elas deixaram...
DeDeus MC: Se vocês acreditarem em vocês, no trampo de vocês nada poderá detê-las. Preocupe-se em fazer o seu e em se tornar cada vez melhores! Acreditar e persistir! Sempre!
Odisseia das Flores: Força, foco, coragem na missão, comprometimento, humildade e principalmente seja você mesmo. Se realmente é o seu sonho vá atrás, porque o que é verdadeiro nunca morre, é eterno...
Tarja Preta: Deixaremos o recado do jeito que nos expressamos melhor!
Desistir jamais, / Mostre q é capaz / As lutas e as correrias / É a mulher quem faz /
É só mostrar que pode / Rimar é um dom dos fortes / Tanto homem ou mulher /
Tudo pelo hip hop.



Texto Israel Neto & Fotos: Andreia Soares

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Sintonia

Músico e dançarino, interagindo numa mesma frequência.
De comum acordo em encantar, impressionar e maravillhar
A quem quiser ouvir e olhar.
Cada um
lindo individualmente.
Mas quando vistos juntamente,
demonstram uma sintonia de espantar!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Elas falam sobre o mundo do Rap Feminino (Parte 1)

Eterna Dina Di
Depois de Dina Di, Negra Li e Nega Gizza, o rap feminino vem tomando um rumo diferente, as mulheres estão cada vez mais se organizando e mostrando seu talento. Projetos como o Hip-Hop Mulher e Mulheres no Hip-Hop organizam a mulherada para tomar conta do cenário do rap, que ainda é machista. Como organizador do festival Reviva Rap, temos contato com diversos grupos de rap, e claro alguns formados só por mulheres, a nível de proporção ainda é pouco, só para comparação, nesse ano tivemos 92 grupos inscritos, apenas 3 eram formado só por mulheres. Tirando alguns grupos onde as mulheres fazem backing vocal ou são Mc’s de apoio. Selecionei no nosso banco de dados 3 grupos de rap formado apenas com mulheres; Odisseia das Flores, DeDeus MC e Tarja Preta. Elas nos relataram como começaram a cantar, as dificuldades, as inspirações e desafios para o crescimento do rap feminino!

DeDeus MC

Ponto de Inicio

Tirando algumas exceções os grupos de rap femininos nascem da necessidade das minas terem mais espaços para poderem se expressar e demonstrarem melhor seu talento, tanto no canto, quanto na escrita, é o caso do Grupo de Santos Tarja Preta, elas falam que saíram do grupo masculino que estavam por “Não haver espaço para expor nossas ideias, além de nos dizerem como tínhamos que cantar”, a busca pela independência as impulsionaram a formar o Tarja Preta. Já para a MC DeDeus aconteceu naturalmente, quando ela se aproximou mais profundamente do rap, “O apoio dos que acreditam fez a fabiola se tornar a DeDeus MC”, diz a MC. Já com as Minas do Odisseia das Flores, o encontro das 3 MC’S que moram espalhadas pela cidade, foi decisivo para a formação do grupo “O grupo nasceu do burburinho do centro de São Paulo, em um rolê de Rap, como não poderia ser diferente”. A união das três foi questão de tempo, já que carregavam um carga cultural, por exemplo, JÔ é MC desde 2002, Leticia Grafiteira e Chaiane Artesã. As histórias de formação do grupos são diferentes, porem elas tem em comum o desejo de dar espaço para a arte dentro delas, sem estarem presas a rótulos Machistas e dogmas que ainda persistem no Rap e no Hip-Hop.

Tarja Preta
Inspirando para Inspirar

Como todo artista, suas composições e produções musicais, levam implicitamente referencias adquiridas durante toda a vida. Inclusive contemporaneamente, como bem frisou a MC DeDeus “A maior inspiração é sempre a vida, as Experiências que passo, e o que aprendi com tudo isso e quero ensinar também”, creio que esse pensamento contemple os outros grupos entrevistados, já no campo da musica algumas unanimidades como Dina Di, Nega Gizza, Sabotage., Alguns artistas internacionais e de outros estilos como Gilberto Gil, Wilson Simonal, Chico Buarque e Bob Marley.
Sem saber, ou sabendo de tal responsabilidade, Odisseia das Flores, Tarja Preta e DeDeus MC, serão fonte de inspiração para as novas Minas que entrarão na cena rap brasileira. Como é atualmente a MC Flora Matos, lembrada pela MC DeDeus.

Odisseia das Flores

Odisseia das Flores: www.myspace.com/odisseiadasflores
DeDeus MC: www.myspace.com/dedeusoficial
Tarja Preta: www.myspace/tarjapreta2008

Texto: Israel Neto
Fotos – DeDeus MC: Leandro Reis
Odisseia das Flores: Arquivo Pessoal
Tarja Preta: Joyce Fernandes

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A reinvenção do Espetáculo.

O último dia de apresentações no Teatro Carlos Gomes reuniu por mais uma vez alguns grupos e apresentou mais outros.
Mas esse dia teve um diferencial, algo que deixou tudo novo.

A apresentação de Tatuí já não era só de Tatuí, era também de Recife, do Rio de Janeiro.
Então quando esperavamos mais do mesmo, fomos surpreendidos com mais do diferente, do inesperado e aquilo que mais encanta, a arte que não vê barreiras ou divisões se une a quem estiver com vontade de usá-la.







As linguagens se misturaram, o circo com a música, a múscia com a dança e a dança desafiou a gravidade.
Tudo isso, essa metalinguagem, onde um apresentava o outro de uma forma peculiar e bela, envolveu o público e os artístas!




Sem falar que o circo e o teatro nos deram o prazer de interligar tudo isso, hora no palco, hora na platéia sem ter lugar específico e limites, apenas usando o espaço que tem para entreter e encatar!

 O Espetáculo dos Espetáculos chegou ao fim e nos deu uma nova visão sobre arte e cultura, sobre o Brasil, que na verdade é um emaranhado de cores e de culturas. Cada um com o seu jeito de apresentar, mas no fim, todos podemos nos unir e reinventar quem somos, o que apresentamos e o resultado de tudo isso é o que vimos no Carlos Gomes: Um Brasil de todas as Cores.

Mistura Brasil


Musica, dança, circo e poesia se juntaram num espetáculo lindo, com pernas de pau, palhaços, fogo saindo da boca de animais grandes, artistas escalando as paredes do Carlos Gomes, orquestra, dança de rua. Resumo o espetáculo alem de fantástico, defino como perfeito! Desde a estética até a interação do publico! Só ficou no ar alem da sensação do maravilhoso, o quero mais que teremos que esperar 2 anos para promover novamente o encontro de todos esses artistas. Parabéns aos artistas e ao CEPP! Até 2012...




Texto: Israel Neto
Fotos: Walter Mesquita e Israel Neto

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Toca Tambor!!!

O grupo oriundo aqui mesmo do rio é um dos numerosos grupos vinculados ao AfroReggae. Eles trocaram as baquetas por cabos de vassouras, enquanto as caixas e bumbos foram substituídas por latões de óleo e baldes de lixo. Eles agitaram a noite fazendo uma grande festa no 1º dia de espetáculos da Mostra.


Video, Fotos e Texto: Israel Neto

Abertura ao Som de Repente

“Sou roceiro e na Roça Ninguém me Irrita”

Foi assim que o grupo Cultural “Caboclo” abriu os espetáculos da 3ª Mostra Brasil, ao som do repente, a música do nordeste se fez presente. O grupo representou muito bem o Brasil de todas as cores e o sangue cultural que carregamos, versos esses que entoavam no decorrer da apresentação...

“uma experiência inovadora e diferente, primeira vez que a gente vem aqui pro RIO, foi muito bom, tudo de positivo e a gente só está levando saudade e uma expectativa de voltar novamente e fazer um show bonito que fizemos aqui.” Josivaldo J. de Souza, Repentista do Grupo Cultural Caboclo


Texto: Israel Neto, Fotos: Luciano e Israel

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Participação de Makely Ka no 1º dia de Espetáculo da mostra

Você é o seu próprio Empresário?

Depois de ver a movimentação do pessoal voltando do almoço para a 2ª parte das oficinas, me emboquei na oficina de “gestão de Carreira musical independente” com o cantor Makely Ka, de Minas Gerais. O mais interessante da oficina foi a questão histórica da música e como ela se tornou um mercado. Segundo Makely, o Brasil e os EUA são os únicos países que consomem músicas produzidas no país. Ele trouxe ainda várias dicas de como conduzir uma carreira e inclusive o ciclo de produção que vai da formação do músico ao consumo do publico! Pra fechar a oficina quem esteve ontem 23/08 no teatro Carlos Gomes pode conhecer o trampo do Makely (confira ai um bocadinho)!

“O PRINCIPAL DA GESTÃO DE CARRREIRA SÃO AS METAS”